Desculpa-me,
Chove lá fora,
Relampeja, troveja...
Queria segurar tua mão,
Estás longe,
Estás nas estrelas...
Pai, saudade, saudade...
Na minha memória,
Ainda sinto o toque das tuas mãos,
A tua voz suave ainda escuto,
Dizendo-me coisas bonitas, conselhos...
Fecho meus olhos e te sinto perto,
Mas quando os abro e não te vejo
Fico me perguntando:
O que isso significa, a tua ausência?
(Poesia e foto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB)
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