sábado, 6 de abril de 2013

Um dia tudo será melhor, meu amor!


Teu carro some na curva do caminho,
E eu o vejo pela vez derradeira
Com uma tristeza na alma...

Tu o perdeste para a maldade,
Mas em breve terás outro, para tua vitória.
Naquele carro ganhavas a vida, fazias caridade...

Não te preocupes, meu amor,
Um dia, em breve tempo,
Tudo será melhor do que antes...

Porque eu creio num Deus que tudo pode, e tu também crês!
Somos felizes porque temos vida, saúde, paz e amor...
Muito perdeste mas muito ganharás,
Pois Deus enche de fartura a quem Ele testa a paciência e a fé!  

(Poesia e foto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB)

A bênção sacerdotal (Números 6, 22 - 27)


22 Disse o Senhor a Moisés:
23 Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: assim abençoareis os filhos de Israel; dir-lhes-eis:
24 O Senhor te abençoe e te guarde;
25 O Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti;
26 O Senhor sobre ti levante o Seu rosto e te dê a paz.
27 Assim porão o Meu nome sobre os filhos de Israel, e Eu os abençoarei.
(Nm 6, 22 - 27)   
Foto: internet  

A tempestade (Alexandre Herculano)


Sibila o vento: os torreões de nuvens
Pesam nos densos ares:
Ruge ao largo a procela, e encurva as ondas
Pela extensão dos mares.
A imensa vaga ao longe vem correndo
Em seu terror envolta;
E, dentre as sombras, rápidas centelhas
A tempestade solta.
Do Sol no ocaso um raio derradeiro,
Que, apenas fulge, morre,
Escapa à nuvem, que, apressada e espessa,
Para apagá-lo corre.
Tal nos afaga em sonhos a esperança,
Ao despontar do dia,
Mas, no acordar, lá vem a consciência
Dizer que ela mentia!

As ondas negro-azuis se conglobaram;
Serras tornadas são,
Contra as quais outras serras, que se arqueiam,
Bater, partir-se vão.
Ó tempestade! Eu te saúdo, ó nume
Da natureza açoite!
Tu guias os bulcões, do mar princesa,
E é teu vestido a noite!
Quando pelos pinhais, entre o granizo,
Ao sussurrar das ramas,
Vibrando sustos, pavorosa ruges
E assolação derramas,
Quem porfiar contigo, então, ousara
De glória e poderio;
Tu que fazes gemer pendido o cedro,
Turbar-se o claro rio?

Quem me dera ser tu, por balouçar-me
Das nuvens nos castelos,
E ver dos ferros meus, enfim, quebrados
Os rebatidos elos.
Eu rodeara, então, o globo inteiro;
Eu sublevara as águas;
Eu, dos vulcões, com raios acendera
Amortecidas fráguas;
Do robusto carvalho e sobro antigo
Acurvaria as frontes;
Com furacões, os areais da Líbia
Converteria em montes;
Pelo fulgor da Lua, lá do norte,
No pólo me assentara,
E vira prolongar-se o gelo eterno,
Que o tempo amontoara.
Ali, eu, solitário, eu, rei da morte,
Erguera meu clamor,
E dissera: "Sou livre, e tenho império;
Aqui, sou eu senhor!"

Quem se pudera erguer, como estas vagas,
Em turbilhões incertos,
E correr, e correr, troando ao longe,
Nos líquidos desertos!
Mas entre membros de lodoso barro
A mente presa está!...
Ergue-se em vão aos céus: precipitada,
Rápido, em baixo dá.

Ó morte, amiga morte! É sobre as vagas,
Entre escarcéus erguidos,
Que eu te invoco, pedindo-te feneçam
Meus dias aborridos:
Quebra duras prisões, que a natureza
Lançou a esta alma ardente;
Que ela possa voar, por entre os orbes,
Aos pés do Onipotente.
Sobre a nau, que me estreita, a prenhe nuvem
Desça, e estourando, a esmague,
E a grossa proa, dos tufões ludíbrio,
Solta, sem rumo vague!

Porém, não!... Dormir deixa os que me cercam
O sono do existir;
Deixa-os, vãos sonhadores de esperanças
Nas trevas do porvir.
Doce mãe do repouso, extremo abrigo
De um coração opresso,
Que ao ligeiro prazer, à dor cansada
Negas no seio, acesso,
Não despertes, oh não! Os que abominam
Teu amoroso aspeito;
Febricitantes, que se abraçam, loucos,
Com seu dorido leito!
Tu, que ao mísero ris com rir tão meigo,
Caluniada morte;
Tu, que entre os braços teus lhe dás asilo
Contra o furor da sorte;
Tu, que esperas às portas dos senhores,
Do servo ao limiar,
E eterna corres, peregrina, a terra
E as solidões do mar,
Deixa, deixa sonhar ventura os homens;
Já filhos teus nasceram:
Um dia acordarão desses delírios,
Que tão gratos lhes eram.
E eu que velo na vida, e já não sonho
Nem glória nem ventura;
Eu, que esgotei tão cedo, até às fezes,
O cálix da amargura:
Eu, vagabundo e pobre, e aos pés calcado
De quanto há vil no mundo,
Santas inspirações morrer sentindo
Do coração no fundo,
Sem achar no desterro uma harmonia
De alma, que a minha entenda,
Porque seguir, curvado ante a desgraça,
Esta espinhosa senda?
Torvo o oceano vai! Qual dobre, soa
Fragor da tempestade,
Salmo de mortos, que retumba ao longe,
Grito da eternidade!...

Pensamento infernal! Fugir covarde
Ante o destino iroso?
Lançar-me, envolto em maldições celestes,
No abismo tormentoso?
Nunca! Deus pôs-se aqui para apurar-me
Nas lágrimas da terra;
Guardarei minha estância atribulada,
Com meu desejo em guerra.
O fiel guardador terá seu prêmio,
O seu repouso, enfim,
E atalaiar o Sol de um dia extremo
Virá outro após mim.
Herdarei o morrer! Como é suave
Bênção de pai querido.
Será o despertar, ver meu cadáver,
Ver o grilhão partido.

Um consolo, entretanto, resta ainda
Ao pobre velador:
Deus lhe deixou, nas trevas da existência,
Doce amizade e amor.
Tudo o mais é sepulcro branqueado
Por embusteira mão;
Tudo o mais vãos prazeres que só trazem
Remorso ao coração.
Passarei minha noite a luz tão meiga,
Até o amanhecer;
Até que suba à pátria do repouso,
Onde não há morrer.

(Poesia: Alexandre Herculano - Portugal - Foto: internet)

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Paulo Freire


Paulo Reglus Neves Freire nasceu no dia 19 de setembro de 1921, às 9h00, na Rua do Encantamento, 724, no bairro da Casa amarela, em Recife, Pernambuco. Era filho de Joaquim Temístocles Freire e Edeltrudes Neves Freire. Tinha 3 irmãos: Temístocles, Stela e Armando. Seus avós paternos eram: Ceciliano Demétrio Freire e Alcina Anízia Freire. Seus avós maternos eram: José Xavier B. das Neves e Adorinda Flores Neves. 

Iniciou seus estudos em casa, à sombra de uma mangueira, com o auxílio de sua mãe. Em 1927 estudou em escola particular, tendo como professora Eunice Vasconcelos, e em 1931 mudou-se com a família para Jaboatão, perto do Recife. 

Perdeu seu pai no ano 1934, o que afetou o equilíbrio financeiro da família. Por causa disso, Paulo só conseguiu frequentar o “curso ginasial” aos 16 anos de idade, em escola privada, em Recife. Em 1937 conseguiu uma bolsa de estudos no Colégio Oswaldo Cruz, também no Recife, cujo dono, Aluízio Araújo, exigiu do menino apenas empenho nos estudos. Terminou o curso em 1942, porém no ano anterior já era professor de língua portuguesa no colégio. 

No ano 1943 ingressou na Faculdade de Direito do Recife, onde se formou no ano 1947, mas não exerceu a profissão. Em 1944 casou-se com Elza Maia Costa de Oliveira, com quem teve 5 filhos: Maria Madalena, Maria Cristina, Maria de Fátima, Joaquim e Lutgardes. O casal viveu junto por 42 anos.   
Em 1952 Paulo foi nomeado professor catedrático da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Recife. Dois anos depois foi nomeado diretor-superintendente do departamento regional do Sesi, de Pernambuco, cargo que ocupou até outubro de 1956. 

A partir daí começou a desenvolver, com sua equipe, um programa de Educação inovador no país, que consistia numa busca incessante de conhecimento e uma pedagogia que atingisse o povo mais humilde. Desde 1960 trabalhou com essa nova prática educativa, e empregava os verbos “Educar”, “Conscientizar”, “Criar”, “Inovar”, “Inventar”, “Mudar”, “Transformar”, “Transgredir”, “Revolucionar”, “Humanizar”.    

Nesse ano defendeu sua tese e obteve o título de Doutor em filosofia e história da Educação. Em 30 de novembro de 1960 foi nomeado professor de ensino superior, nível 17, da cadeira de história e filosofia da Educação da Faculdade de Filosofia da Universidade do Recife, porém só assumiu o cargo no dia 2 de janeiro de 1961, entregando-o no dia 8 de outubro de 1964, quando foi aposentado por decreto público, publicado no “Diário Oficial” do dia 9 de outubro de 1964. Em 1962 criou e tornou-se o primeiro diretor do “Serviço de Extensão Cultural” da Universidade do Recife.  

No ano seguinte realizou a experiência de alfabetização em Angicos, Rio Grande do Norte, e criou as bases do “Programa Nacional de Alfabetização”, do governo de João Goulart, que foi extinto no mês de abril de 1964, com o golpe militar. 

No mesmo ano de 1964 foi convidado a “se explicar” aos acadêmicos, e depois, aos militares, respondendo a inquéritos administrativo e político-militar. Sem provas que o condenassem, foi preso por 70 dias. Por causa disso, pediu asilo junto à embaixada da Bolívia, para aonde viajou sozinho; a família viajou alguns meses depois. 

Na Bolívia passou 40 dias e depois foi para o Chile. Viveu em Santiago de novembro de 1964 a abril de 1969, onde trabalhou como educador. Foi assessor do “Instituto de Desarrolo Agropecuario”, do Ministério da Educação. Depois foi consultor do “Instituto de Capacitación y Investigación em Reforma Agraria”, juntamente com um funcionário da Unesco. 

Depois viajou para os Estados Unidos, onde viveu menos de um ano em Cambridge, estado de Massachussets, trabalhando como professor de pedagogia na Universidade de Harvard. Em seguida foi viver em Genebra, na Suíça, e trabalhou no setor de Educação do Conselho Mundial de Igrejas, entidade evangélica protetora de perseguidos políticos. Viajou ainda por outros países, como Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Angola, sempre trabalhando com seu método de alfabetização. Seus livros começaram a ser traduzidos em vários idiomas. 

Paulo Freire voltou ao Brasil em agosto de 1979, sozinho, mas em junho de 1980 voltou definitivamente com a família. Recebeu então um convite para ser professor na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Depois, foi nomeado professor da Universidade Estadual de Campinas, onde participou da fundação do Centro de Estudos em Educação e Sociedade (CEDES). Foi também um dos fundadores e presidente honorário do Conselho Latino-americano de Educação de Adultos. 
Em 1986 recebeu o prêmio Unesco da Educação para a Paz; no dia 24 de outubro do mesmo ano perdeu sua esposa Elza. No ano seguinte integrou o Júri Internacional da Unesco, órgão que premia as melhores experiências de alfabetização do mundo. 

No dia 27 de março casou-se novamente, em cerimônia religiosa, no Recife, com Ana Maria Araújo Hasche, filha de Aluízio Araújo, professor que o ajudou na adolescência.  No mesmo ano recebeu convite da prefeita de São Paulo, Luíza Erundina de Souza, para ser secretário de Educação do município, quando tomou posse no dia 1º. de janeiro de 1989. Durante sua gestão criou o “MOVA-SP”, um movimento de alfabetização de jovens e adultos. Em 1991 afastou-se da Secretaria de Educação do município de São Paulo para escrever livros e voltou a lecionar na Puc do estado, demitindo-se da Unicamp. No mesmo ano foi um dos fundadores da Fundação Paulo Freire. 

Paulo Freire viveu o resto da vida escrevendo, até falecer, no dia 2 de maio de 1997, no hospital Albert Einstein, em São Paulo, vitimado por um infarto agudo no miocárdio. 

Obras: 
- A educação como prática da liberdade (1967), ed. Paz e Terra – RJ.
- Pedagogia do oprimido (1974), ed. Paz e Terra. 
- Extensão ou comunicação? (1971), ed. Paz e Terra. 
- Ação cultural para a liberdade e outros escritos (1976), ed. Paz e Terra. 
- Cartas à Guiné-Bissau – registros de uma experiência em processo (1977), ed. Paz e Terra. 
- A importância do ato de ler – em três artigos que se completam (1982), ed. Cortez/ Autores Associados. 
- Paulo Freire ao vivo – em colaboração com Aldo Vannuchi e Wlademir dos Santos (1983), ed. Loyola. 
- Essa escola chamada vida, em co-autoria com Frei Beto (1985), ed. Ática. 
- Por uma pedagogia da pergunta, em co-autoria com Antônio Faundez (1985), ed. Paz e Terra.  
- Pedagogia: diálogo e conflito, em co-autoria com Maria Gadotti e Sérgio Guimarães (1986), ed. Cortez. 
- Sobre educação (diálogos), com Sérgio Guimarães (vol. 1 - 1982; vol. 2 – 1984), ed. Paz e Terra. 
- Medo e ousadia – o cotidiano do professor, em co-autoria com Ira Schor (1987), ed. Paz e Terra. 
- Que fazer: teoria e prática em educação, diálogo com Adriano Nogueira (1988), ed. Vozes. 
- Aprendendo com a própria história, diálogos com Sérgio Guimarães (vol. 1 – 1987; vol. 2 – 2000), ed. Paz e Terra. 
- Alfabetização: leitura do mundo leitura da palavra, com Donaldo Macedo (1990), ed. Paz e Terra. 
- O caminho se faz caminhando; conversas sobre educação e mudança social, com Myles Horton (2002), ed. Vozes. 
- A África ensinando a gente: Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, com Sérgio Guimarães (2003), ed. Paz e Terra. 
- Pedagogia da esperança – um reencontro com a pedagogia do oprimido (1992), ed. Paz e Terra, com notas de Ana Maria Araújo Freire. 
- A educação na cidade, diálogos com vários educadores (1991), ed.Cortez. 
- Política e educação (1993), ed. Cortez. 
- Professora sim, tia não – cartas a quem ousa ensinar (1993), ed. Olho D’água. 
- À sombra desta mangueira, com notas de Ana Maria Araújo Freire (1995), ed. Olho D’água. 
- Cartas a Cristina – reflexões sobre minha vida e minha práxis (1994), ed. Paz e Terra. 2ª. edição, com as notas revistas de Ana Maria Araújo Freire (2003), Unesp. 
- Pedagogia da autonomia (1996), ed. Paz e Terra. 
-Pedagogia da indignação (2000), Pedagogia dos sonhos possíveis (2001) e Pedagogia da tolerância (2005), ed. Unesp. 
Essa relação da obra completa de Paulo Freire foi organizada por Ana Maria Araújo Freire. 

Bibliografia: 
PROJETO Memória: Paulo Freire. Fundação Banco do Brasil/ Odebrecht/Fome Zero/Petrobrás/Instituto Paulo Freire, 2005.     

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - foto: internet) 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Deus é o criador do Universo

Deus é o criador do Universo, mas Ele nos deu livre arbítrio até para negarmos Sua existência. Ele não precisa de nós para nada, mas mesmo assim Ele nos quer donos de tudo Dele. Maior amor não há!

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - foto: internet - Rio das Velhas - Minas Gerais - Brasil)

terça-feira, 2 de abril de 2013

Lições da vida

Nós temos mania de falar mal, de desvirtuar as pessoas, amigas ou conhecidas. Observando as redes sociais, vejo isto ocorrer também na internet, como é natural, pois as redes sociais são como as calçadas de nossas casas, onde todo mundo puxa uma cadeira para sentar-se e conversar com os vizinhos, parentes, conhecidos. Resumindo, é natural que as pessoas falem mal umas das outras; é um costume muito antigo.

Mas a vida nos dá muitas lições de humildade, sempre ela nos ensina alguma coisa. Às vezes nós falamos mal de uma pessoa e depois precisamos exatamente dos favores dela. Exemplo: normalmente todo político sobe em palanque para falar de suas virtudes e obras realizadas, e também para falar mal dos seus adversários. Todo político que se preza desvirtua seus adversários. Numa campanha política se odeiam, trocam acusações em público, até se juram de morte, e num próximo pleito, misteriosamente, estão de mãos dadas no mesmo palanque, se chamando de santos, competentes, amigos, etc. No Brasil não faltam exemplos de políticos assim.

Em minha cidade certa vez houve um caso interessante: dois políticos, que disputavam entre si uma eleição para prefeito eram inimigos a ferro e fogo, como se diz; não se falavam, não se suportavam e trocavam insultos em palanques. Um dia, desses dias que a vida nos quer dar lições, o pai de um deles, quando estava a caminho de seu sítio, em seu carro, foi picado por um marimbondo vindo não sei lá de onde. Como ele é alérgico a picadas de insetos, logo começou a passar mal, sozinho, na estrada. De repente um carro passa por ele, e o condutor vê a agonia do pai do político; logo ele para, desce do carro e socorre o homem, levando-o em seu carro para Campina Grande, para ser atendido corretamente. Quem foi o homem que socorreu o pai do político? O político adversário dele.          

(Texto e foto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB)

Hidrogênio


Símbolo: H  
Massa atômica: 1,00794
Número atômico: 1
Ponto de fusão: 14,025 K (-259,14 ºC)
Ponto de ebulição: 20,268 K (-252,87 ºC)
Anos da descoberta: 1671 – 1776
Autores da descoberta: Robert Boyle – Henry Cavendish.
Origem do nome: Grega: Hydro – genes
Significado: Gerar água.
Utilidades: Combustível para foguetes, enchimento de balões, amoníaco, água, etc.



Características: 
É o elemento químico mais abundante no Universo, existindo nas estrelas em grande quantidade no estado de plasma, e constitui cerca de 75% da massa elementar do Universo. À temperatura ambiente é um gás diatômico, inflamável, incolor, inodoro, insípido e insolúvel em água.

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - Foto: internet)