sábado, 23 de fevereiro de 2013

Machado de Assis


Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no Rio de Janeiro no dia 21 de junho de 1839, no morro do Livramento. Era filho do mulato e pintor Francisco José de Assis e da açoriana da Ilha de São Miguel, Maria Leopoldina Machado. Logo cedo perdeu a mãe e uma irmã, sendo criado pela madrasta, a lavadeira Maria Inês. 

Estudou apenas o primário, numa escola de São Cristóvão, mas abandonou a escola para sustentar a madrasta após o falecimento do seu pai, no ano 1851, quando tinha doze anos de idade. Nesse tempo foi vendedor de balas e doces e sacristão da igreja da Lampadosa, onde aprendeu latim com o vigário. 
Em 1855 iniciou sua carreira literária, ao publicar a poesia “Um anjo” no jornal “A Marmota Fluminense”. 
Pouco tempo depois foi trabalhar com o dono do jornal, Francisco de Paula Brito, que o levou a frequentar a boemia. Lá no jornal exerceu a profissão de revisor de provas, exercendo essa função também no “Correio Mercantil”, ao ser apresentado por Pedro Luís e Francisco Otaviano. Depois colaborou no “Diário do Rio de Janeiro”, na “Semana Ilustrada”, “Jornal das Famílias”, “O Espelho” (como crítico teatral). 
Estreou como crítico literário com o ensaio “O passado, o presente e o futuro da literatura”. A partir de 1860 foi trabalhar na redação do “Diário do Rio de Janeiro”, a convite de Quintino Bocaiúva. 

Em 1861 escreveu a peça teatral “Desencantos” e “Queda que as mulheres têm pelos tolos”. Em 1864 escreveu o livro de poesias “As Crisálidas”. Em 1867 conheceu dona Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã do poeta português Faustino Xavier de Novais, ambos portugueses do Porto. Nesse tempo foi nomeado para o cargo de ajudante e diretor de publicidade do “Diário Oficial”, cargo que ocupou até o ano 1874. 

No dia 11 de dezembro de 1869 casou-se com dona Carolina, e foi morar na Rua dos Andradas. Em 1873 foi nomeado primeiro-oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Viação e Obras Públicas. Em 1876 foi promovido a chefe-de-seção e em 1880 a oficial-de-gabinete. Nesse ano começou a publicar na “Revista Brasileira” “Memórias póstumas de Brás Cubas” e na imprensa os poemas que formam o núcleo de “Ocidentais”. 

Em 1884 mudou-se para a Rua Cosme Velho, n.º 18, sua residência definitiva. Nesse ano foi promovido à categoria de oficial da Ordem da Rosa, e em 1889 foi nomeado diretor da Diretoria-geral do Comércio do Ministério da Agricultura, recebendo um ordenado anual de oito contos. Em 1892 foi diretor-geral da Viação, cargo que ocupou até fins de 1897.

No dia 15 de dezembro de 1896 fundou a Academia Brasileira de Letras juntamente com alguns intelectuais, sendo eleito seu primeiro presidente no dia 4 de janeiro de 1897, cargo que ocupou até a morte. No mesmo ano foi nomeado diretor-geral da contabilidade do Ministério da Agricultura. Em 1904 sofreu com a morte de D. Carolina, e quatro anos depois, afastou-se dos cargos públicos para tratamento de saúde. Publicou ainda seu último livro, “Memorial de Aires”.  

Machado de Assis sofria de epilepsia, era mulato e de baixa estatura, e usava barba e bigode para esconder o rosto, porque se achava feio. Além da epilepsia, foi acometido de reumatismo e uma úlcera na língua que o impedia de se alimentar. Faleceu no dia 29 de setembro de 1908, em sua residência, e no seu atestado de óbito consta como causa mortis uma arteriosclerose. Foi enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. 

Obras: 
Poesia: “Crisálidas” (1864); “Falenas” (1870); “Americanas” (1875); “Ocidentais” em poesias completas (Crisálidas, Falenas, Americanas, Ocidentais) (1901). 

Romance: “Ressurreição” (1872); “A mão e a luva” (1874); “Helena” (1876); “Iaiá Garcia” (1878); “Memórias póstumas de Brás Cubas” (1881); “Quincas Borba” (1891);
“Dom Casmurro” (1900); “Esaú e Jacó” (1904); “Memorial de Aires” (1908).

Conto: “Contos fluminenses” (1870); “Histórias da meia-noite” (1873); “Papéis avulsos” (1882); “Histórias sem data” (1884); “Várias histórias” (1896); “Páginas recolhidas” (1899); “Relíquias de casa velha” (1906). 

Teatro: “Desencantos” (1861); “Queda que as mulheres têm pelos tolos” (1861); “O caminho da porta” (1863); “O protocolo” (1863); “Quase ministro” (comédia, 1864); “Os deuses de casaca” (comédia em um ato, 1866); “Uma ode de Anacreonte” (1870); “O bote de rapé” (comédia em um ato, 1878); “Antes da missa” (1878); “Tu, só tu, puro amor” (comédia em um ato, 1880); “Não consultes médico” (comédia em um ato, 1896); “Lição de Botânica” (comédia em um ato, 1906); “As forças caudinas” (comédia em dois atos, escrita entre os anos 1863 e 1865 e publicada em 1956). 

Crônica: “Páginas recolhidas” (1893); “A semana” (publicada em 1914).

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - foto: internet)

John Tyndall


John Tyndall nasceu no dia 2 de agosto de 1820, na cidade de Carlow, Irlanda. Iniciou seus estudos em Preston, no condado de Lancashire, noroeste da Inglaterra. 

Mudou-se depois para Hants, onde se tornou professor de matemática no Quenswood College. Em 1848 fez sua primeira viagem à Europa, matriculando-se no curso de química da Universidade de Marburg, Alemanha, onde se graduou, tendo como um dos seus professores o experimentador Bunsen. Em 1851 voltou à Inglaterra, e recebeu o título de Fellow da Royal Society de Londres, pela repercussão de trabalhos realizados na Alemanha. Logo depois se tornou professor de filosofia natural na Royal Institution. 

Ganhou fama como professor e divulgador da Ciência, e ocupou cargo de conselheiro científico da Trinitty House and Board of Trade, substituindo o físico Michael Faraday. Essa instituição encarregava-se em promover o comércio e controle da navegação mercante. Em 1867 foi nomeado superintendente da Royal Institution, cargo que ocupou por mais de vinte anos. Em 1874 assumiu a presidência da Associação para o Progresso da Ciência. Faleceu no dia 4 de dezembro de 1893, em Hindhead, condado de Surrey, Inglaterra. 

Tyndall fez importantes pesquisas sobre diamagnetismo, calor radiante, propagação do som, etc. Entre os anos 1856 e 1860 estudou minuciosamente as geleiras.  Estudou o fenômeno pelo qual “num feixe de luz que atravessa um meio heterogêneo, como por exemplo, uma solução coloidal, a luz é refratada lateralmente, de modo que se torna visível como raio luminoso (cone de Tyndall). Esse fenômeno é chamado Efeito de Tyndall, e por ele se constrói os ultra-microscópios.” (Enciclopédia brasileira Globo). 

Bibliografia: 
ENCICLOPÉDIA Brasileira globo. 13ªed. Vol.XI. Porto Alegre, Globo, 1974. 
ENCICLOPÉDIA Novo Conhecer, págs. 1816 a 1717. São Paulo, Abril Cultural, 1982. 

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - Foto: internet)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Hino à Bandeira Nacional


Letra: Olavo Bilac
Música: Francisco Braga

Salve, lindo pendão da esperança!                     Contemplando o teu vulto sagrado,
Salve, símbolo augusto da paz!                          Compreendemos o nosso dever;
Tua nobre presença à lembrança                        E o Brasil, por seus filhos amado,
A grandeza da Pátria nos traz.                            Poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra                           Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,                                      Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,                                  Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!                                  Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas                              Sobre a imensa Nação Brasileira,
Este céu de puríssimo azul,                                 Nos momentos de festa ou de dor,
A verdura sem par destas matas,                        Paira sempre, sagrada bandeira,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul...                    Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra                            Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,                                       Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,                                  Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!                                  Da amada terra do Brasil!

James Cook


James Cook nasceu no dia 27 de outubro de 1728, na vila de Morton, em North Yorkshire, no norte da Inglaterra. Era o segundo filho de uma família de lavradores. Aos 5 anos de idade foi educado pela mulher do proprietário da fazenda onde vivia com os pais. Depois estudou matemática na escola local, dividindo seu tempo com o trabalho na agricultura, mas aos 12 anos abandonou os estudos para se dedicar, como servo, ao trabalho na fazenda. 

Aos 16 anos foi trabalhar como empregado no armazém de William Sanderson, na vila de Staithes, um vilarejo de pescadores onde Cook conheceu o mar. Depois de um ano no trabalho, o senhor Sanderson apresentou-o aos Walkers, donos de uma frota de navios carvoeiros, que fazia uma rota até Londres. Em 1747, com 18 anos, ele embarcou no navio carvoeiro Free Love, que fazia a rota desde o estuário do rio Tyne até Londres. 

Enquanto trabalhava, ele sonhava ser capitão de navio e conhecer o mundo. Por isso, observava atentamente os movimentos dos marujos e o funcionamento das máquinas do navio. Em horas de folga estudava álgebra, geometria, trigonometria, navegação e astronomia, matérias importantes para um comandante. Depois de três anos como aprendiz, tornou-se marinheiro formado. Mais três anos e foi promovido a capitão. Em 1755, com 27 anos, foi-lhe oferecido o comando de um pequeno barco, mas ele preferiu ir para a Marinha, servindo como um simples marinheiro. 

Na Marinha Mercante logo foi promovido a capitão, onde aprendeu a navegar entre os perigosos recifes da costa leste inglesa e enfrentou o mar Báltico numa viagem a São Petersburgo, na Rússia. Na época da Guerra dos Sete Anos (1756 – 1763), entre a Inglaterra e a França, o capitão Cook alistou-se na Marinha de Guerra, como simples marujo, para defender sua pátria. Embarcou no dia 17 de junho de 1755 no HMS Eagle e, um mês depois, já foi promovido a mestre-navegador. Dois anos depois foi aprovado num exame para oficial. 

Na luta pela posse do Canadá, Cook lutou contra os franceses e, no comando do navio Pembroke, participou do cerco naval a Québec, em 1759. No mesmo ano mapeou a região do rio São Lourenço, na fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá, o que ajudou as tropas inglesas a fazerem um ataque-surpresa contra os franceses, na batalha de Campos de Abraão, e o Canadá foi anexado à Inglaterra. 
Cook voltou à Inglaterra em 1762, quando se casou com Elizabeth Balts. Foi morar na zona leste de Londres e com a esposa teve seis filhos, cinco deles vitimados pelo alto índice de mortalidade infantil daquela época. Durante aquele ano levou vida pacata, com sua esposa, quando participava das missas dominicais na igreja de São Paulo. 

No ano 1763 foi encarregado de mapear a ilha de Newfoundland, na costa leste do Canadá, com cerca de 108.860 km2. Essa missão só terminou 5 anos depois. Em 1768 foi promovido a tenente e indicado como comandante do navio “HMB Endeavour”, para uma expedição da Real Sociedade Científica ao Taiti, no oceano Pacífico. Sua principal missão era levar uns cientistas para examinarem a passagem do planeta Vênus pelo Sol, que permitiria aos cientistas calcular a distância da Terra ao Sol. Mas Cook também recebeu a missão secreta de procurar por um continente que se julgava existir no Pacífico, e que tinha o nome de Terra Australis Ignota (Terra Austral Desconhecida). Foi também encarregado de tomar posse da nova terra em nome da coroa britânica. 

A expedição do navio “Endeavour”, que se compunha de 94 marinheiros e cientistas, partiu de Plymouth, Inglaterra, no dia 25 de agosto de 1768. Como ainda não havia o canal do panamá, o “Endeavour” teve que dobrar o cabo Horn, na ponta da América do Sul, para entrar no Pacífico. Em 3 de junho de 1769 chegou ao Taiti, onde os cientistas puderam fazer suas observações astronômicas. 

Em seguida, Cook mapeou e tomou posse das ilhas vizinhas, que batizou de “ilhas Sociedade”. Em 8 de outubro do mesmo ano chegou à Nova Zelândia, visitada por holandeses 30 anos antes. Em meados de 1770 ele mapeou 3,6 mil quilômetros da até então desconhecida costa leste da Austrália, que tomou posse em nome da Inglaterra, batizando-a de “Nova Gales do Sul”. Numa região conhecida como “Grande Barreira de Coral” seu navio quase foi a pique. Cook retornou à Inglaterra em 12 de julho de 1771, sem perdas de marinheiros, pois combateu o escorbuto usando limão pela primeira vez como parte da alimentação deles.  

James Cook viajou mais duas vezes ao Pacífico. Na segunda, com os navios “Resolution” e “Adventure”, partiu da Inglaterra no dia 13 de julho de 1772, com a missão exclusiva de encontrar a “Terra Ignota”. Nessa viagem alcançou o Círculo Polar Antártico, e descobriu as ilhas Marquesas, em Tonga, e a ilha de Páscoa. Manobrando para o norte, passou quase todo o ano de 1773 explorando o Pacífico. Depois de uma tempestade, o navio “Resolution” separou-se do “Adventure”, que retornou para a Inglaterra. O “Resolution” foi para a Antártica. Em janeiro de 1774 Cook alcançou a parte mais meridional, onde descobriu e batizou as ilhas “Novas Hébridas”, a “Nova Caledônia” e a “Geórgia do Sul”. 
O “Resolution” chegou à Inglaterra no dia 30 de julho de 1775, um ano depois do “Adventure”. Na terra natal, tornou-se Colega da Real Sociedade Científica e recebeu o título de “primeiro navegador da Europa”, na Casa dos Lordes. 

A terceira viagem dele ao Pacífico foi para encontrar uma ligação do Atlântico ao Pacífico pelo norte da América. Ele partiu no “Resolution” no dia 12 de julho de 1776, seguido pelo navio “Discovery”. Em dezembro de 1777 descobriu as ilhas “Christmas”, no Pacífico Norte. Em 17 de janeiro de 1778 descobriu as ilhas “Sandwich”, atual Havaí. De 7 de março a 18 de agosto daquele ano mapeou o litoral norte-americano desde o Oregon até além do estreito de Bering. Alguns dias depois os navios fizeram meia-volta e aportaram no Havaí. 

No Havaí, Cook foi recebido gloriosamente pelos nativos, que o confundiram com o deus Lono, cujas festividades eles estavam realizando naquele tempo. Porém, no dia 14 de fevereiro de 1779 os nativos roubaram um dos botes de um navio, o que causou uma briga entre a tripulação e os nativos. Na briga, Cook foi atingido na cabeça por um porrete e caiu de joelhos na água; alguns nativos então o golpearam com facas. Ele e mais 4 marinheiros morreram no episódio, e o corpo do capitão James Cook jamais foi encontrado. 

Bibliografia: 
ENCICLOPÉDIA Semanal Ilustrada Conhecer. Vol. 7, fascículo nº 100, págs. 1690 a 1691. São Paulo, Abril, 1967. 
VILLIERS, Alan. Capitão Cook: o explorador do Pacífico. Revista National Geographic: (104-135), 2003.        

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - B - foto: internet)

Johann Kepler


Johann Kepler nasceu na cidade de Weil, no sul da Alemanha, no dia 27 de setembro de 1571, e era filho de um modesto taverneiro. Sem talento para seguir a carreira do pai, foi preparado para ser pastor protestante. Aos 17 anos saiu do seminário para estudar na Universidade de Tuebingen, e se formou em artes. Depois, foi estudar na Universidade Teológica; durante quatro anos estudou matemática e astronomia, onde se entusiasmou pelas “Teorias Heliocêntricas”, de Copérnico. Não concluiu o curso, pois recebeu um convite para ser professor, no ano 1594. Desiludido do magistério, menos de um ano depois voltou à Universidade de Tuebingen. 

No ano 1599 recebeu convite para ser assistente do astrônomo imperial de Praga, Tycho Brahe. Durante o tempo que passou com Tycho, Kepler aproveitou os estudos do mestre, principalmente o estudo da medida que ele fez da órbita de Marte, e procurou meios de reformulá-lo, até que compreendeu a natureza do movimento planetário. Do seu estudo ele elaborou três leis: a primeira afirmava que os planetas giram em torno do Sol num movimento elíptico e não circular ou ovoide, como se pensava até então. A segunda afirmava que “A velocidade de um planeta em sua órbita em torno do Sol varia conforme a distância entre os dois”. A terceira afirmava que “Os quadrados dos tempos gastos pelos planetas para descreverem suas órbitas completas são proporcionais aos cubos dos eixos maiores das respectivas elipses”. Essas leis são conhecidas por “As três leis de Kepler”. Em seguida Kepler foi admitido no cargo oficial do império da Alemanha e do reino da Boêmia com a função de fazer cálculo de horóscopos, hábito de cortes da época. Mesmo incrédulo com respeito à astrologia, ele se dedicou ao cargo, ao ponto de prever, com 15 dias de antecedência, um violento temporal que, no dia marcado por ele, caiu sobre a cidade. Em meio a ventos violentos, as pessoas clamavam: “Aí vem o Kepler!”. 

Kepler tinha personalidade ambígua: às vezes era orgulhoso, às vezes, humilde; às vezes, mesquinho; às vezes generoso. Ele faleceu num quarto humilde de uma casa de Ratisbona, na Alemanha Meridional, na noite do dia 15 de novembro de 1630. Foi sepultado numa modesta campa no cemitério de São Pedro, sem muitos expectadores. 

Epitáfio, escrito por ele: 
“Os céus medi e agora meço as sombras 
Minh’alma ao céu esteve presa para sempre 
E agora preso à terra jaz meu corpo”. 

Obras: 
“Astronomia nova seu Physica Coelestis tradita commentariis de motibus stellae Martis ex Observationibus Tychonis Brahe” (1609), que contém duas das suas leis fundamentais; “Harmonices mundi” (1619), que contém sua terceira lei; “Prodomus dissertatiomum Cosmographicarum seu mysterium cosmographicum” (1596); “Dioptrice” (1611); “Epítomes Astonomicae Copernicanae” (1618-1622), etc. 

Bibliografia: 
ENCICLOPÉDIA Semanal Ilustrada Conhecer. Vol.4, fascículo 60, págs. 998 a 999. São Paulo, Abril, 1966. 
ENCICLOPÉDIA brasileira Globo. 13ªed. Vol.VII. Porto Alegre, Globo, 1974. 

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - Foto: internet)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Tu és o meu amor


Tu és o meu amor
Eu te reconheceria em qualquer lugar
Pois meu coração dispara quando te encontro,
Talvez pela química do teu olhar...

Tua elegância me envolve
E eu sei teu caminho seguir
Quer seja em nossa cidade
Ou no universo do teu desejo de me possuir...

Pois assim como eu te amo
Tu não te desligas de mim
E sei que ficarias louco
Se nosso amor chegasse ao fim!

(Poesia e foto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB) 

Teimosia


Vigiarei, vigiarei
A estrada que tua voz invade toda manhã,
No começo da estrela...

Vigiarei, vigiarei,
Alerta pelo teu alento,
Ansiosa pelo teu pensamento;
Vigiarei teus olhos vermelhos
De tanto chorar pelo amor que não te quer...

Eu te mostrarei a qualquer momento
A força da minha manha,
As unhas de um coração sedento...

Eu te direi que o que sinto por ti
É um amor que por ora explode nas asas do vento
E que só de pensar que assim poderei viver,
Tão só,
Morre a minha alma por dentro!

(Poesia e foto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB)