Espuma congelada na calçada,
Já não sei de quase nada
A não ser você parada, meu amor.
Minha boca amarga,
Sinto frio, é madrugada;
Me visito como sou.
Na esteira vou deitar de brincadeira,
Vou andar na noite inteira
Procurando quem me queira
Na esquina da ladeira.
Seu amor em mim ficou
Ficou... Ficou...
Ficou no vento a minha cor
Ficou... Ficou...
Ficou no peito a minha dor.
Canta: Clara Nunes
Compositora: Piti
Disco: A beleza que canta – 1969
Odeon – MOFB 3594
quinta-feira, 8 de junho de 2017
quarta-feira, 7 de junho de 2017
Esperanças perdidas: letra - Música de Clara Nunes
Quantas belezas deixadas nos cantos da vida
Que ninguém quer e nem mesmo procura encontrar
E quando os sonhos se tornam esperanças perdidas
Que alguém deixou morrer sem nem mesmo tentar.
Minha beleza encontro no samba que faço,
Minha tristeza se torna um alegre cantar;
É que carrego o samba bem dentro do peito,
Sem a cadência do samba não posso ficar.
Não posso ficar, eu juro que não;
Não posso ficar, eu tenho razão:
Já fui batizado na roda de bamba,
O samba é a corda, e eu sou a caçamba. (Bis)
Quantas noites de tristeza ele me consola,
Tenho como testemunha a minha viola;
Ah! Se me faltar o samba não sei o que será,
Sem a cadência do samba não posso ficar.
Canta: Clara Nunes
Compositores: Davi Moreira/Nelson Custódio
Que ninguém quer e nem mesmo procura encontrar
E quando os sonhos se tornam esperanças perdidas
Que alguém deixou morrer sem nem mesmo tentar.
Minha beleza encontro no samba que faço,
Minha tristeza se torna um alegre cantar;
É que carrego o samba bem dentro do peito,
Sem a cadência do samba não posso ficar.
Não posso ficar, eu juro que não;
Não posso ficar, eu tenho razão:
Já fui batizado na roda de bamba,
O samba é a corda, e eu sou a caçamba. (Bis)
Quantas noites de tristeza ele me consola,
Tenho como testemunha a minha viola;
Ah! Se me faltar o samba não sei o que será,
Sem a cadência do samba não posso ficar.
Canta: Clara Nunes
Compositores: Davi Moreira/Nelson Custódio
Enredo: letra - Música de Clara Nunes
Pobre de mim, pobre de ti,
Triste de quem tanto amou assim!
Ao te rever nem posso crer
Que nos olhos teus vejo um pranto igual
Ao dos olhos meus.
Eu caminhei a procurar por ti,
Tu caminhaste a se afastar de mim...
O amor é assim:
Quiseste alguém, eu quis a ti
Pra ver depois que a vida
Não pode sorrir pra nós dois.
Canta: Clara Nunes
Compositores: Raul Sampaio/Benil Santos
Disco: A voz adorável de Clara Nunes
Odeon – MOFB 3455
Triste de quem tanto amou assim!
Ao te rever nem posso crer
Que nos olhos teus vejo um pranto igual
Ao dos olhos meus.
Eu caminhei a procurar por ti,
Tu caminhaste a se afastar de mim...
O amor é assim:
Quiseste alguém, eu quis a ti
Pra ver depois que a vida
Não pode sorrir pra nós dois.
Canta: Clara Nunes
Compositores: Raul Sampaio/Benil Santos
Disco: A voz adorável de Clara Nunes
Odeon – MOFB 3455
terça-feira, 6 de junho de 2017
Encontro: letra - Música de Clara Nunes
Linda esta manhã
Eu encontrei,
Vou sorrir de tudo
O que chorei;
Na esperança se esvai a dor.
Coisa mais triste
Não entender o amor,
Mesmo se alegria me faltar
Sei gostar da noite sem luar,
Pois sei que vivo em que sinto
E sei que amo e pressinto
Que além de tudo
Me resta a vida e você.
Canta: Clara Nunes
Compositor: Álvaro Santos
Disco: A voz adorável de Clara Nunes – 1966
Odeon MOFB 3455
Eu encontrei,
Vou sorrir de tudo
O que chorei;
Na esperança se esvai a dor.
Coisa mais triste
Não entender o amor,
Mesmo se alegria me faltar
Sei gostar da noite sem luar,
Pois sei que vivo em que sinto
E sei que amo e pressinto
Que além de tudo
Me resta a vida e você.
Canta: Clara Nunes
Compositor: Álvaro Santos
Disco: A voz adorável de Clara Nunes – 1966
Odeon MOFB 3455
Encontro (1968): letra - Música de Clara Nunes
Por que não chorar
Se tenho uma vontade imensa de chorar? (Bis)
Quero andar pela vida a vagar sob a chuva
De um qualquer lugar.
Por esse jardim florindo
Eu vou passando e me consumindo
Com um tardio inverno em meu coração,
Mas de braços abertos eu vou...
Sei que tem um grande amor;
Pra que fugir?
Aqui é o meu lugar,
Aqui eu vou ficar,
Sempre.
Aqui eu vou ficar pra sempre. (Bis)
Canta: Clara Nunes
Compositores: Elton Medeiros/Luiz Sérgio Bilheri
Disco: Você passa eu acho graça – 1968
Odeon – MOFB 3557
Se tenho uma vontade imensa de chorar? (Bis)
Quero andar pela vida a vagar sob a chuva
De um qualquer lugar.
Por esse jardim florindo
Eu vou passando e me consumindo
Com um tardio inverno em meu coração,
Mas de braços abertos eu vou...
Sei que tem um grande amor;
Pra que fugir?
Aqui é o meu lugar,
Aqui eu vou ficar,
Sempre.
Aqui eu vou ficar pra sempre. (Bis)
Canta: Clara Nunes
Compositores: Elton Medeiros/Luiz Sérgio Bilheri
Disco: Você passa eu acho graça – 1968
Odeon – MOFB 3557
Embala eu: letra - Música de Clara Nunes
Embala eu, embala eu,
Menininha do Gantois;
Embala pra lá, embala pra cá,
Menininha do Gantois.
Oh, dai-me a sua bênção,
– Menininha do Gantois,
Livrai-me dos inimigos
– Menininha do Gantois.
Dai-me a sua proteção
– Menininha do Gantois
Guiai os meus passos por onde eu caminhar,
Vira os olhos grandes de cima de mim
Pras ondas do mar.
Canta: Clara Nunes
Compositora: Albaléria
Disco: Canto das três raças – 1976
EMI-Odeon XSMOFB 3915
Menininha do Gantois;
Embala pra lá, embala pra cá,
Menininha do Gantois.
Oh, dai-me a sua bênção,
– Menininha do Gantois,
Livrai-me dos inimigos
– Menininha do Gantois.
Dai-me a sua proteção
– Menininha do Gantois
Guiai os meus passos por onde eu caminhar,
Vira os olhos grandes de cima de mim
Pras ondas do mar.
Canta: Clara Nunes
Compositora: Albaléria
Disco: Canto das três raças – 1976
EMI-Odeon XSMOFB 3915
Em qualquer rua de Ipanema: letra - Música de Clara Nunes
Se esquece um grande amor
Com outro amor ao lado
Lalaialaialaialaia
Na banda de Ipanema, limitado assim:
Lalaialaialaialaia.
A leste, o Arpoador; ao norte, o Corcovado;
A oeste, o pôr-do-sol;
Sul, o mar sem fim.
Lalaialaialaialaia.
Cabelo de ouro, de Sol e brisa,
No véu da onda que se desmancha,
Vale um tesouro quando desliza
A juventude sobre uma prancha
Onde há mergulho de gaivota,
Depois, voando, um peixe levando;
Na cor do mundo que não desbota,
Mesmo com chuva de vez em quando.
Lalaialaialaialaia.
Se esquece um grande amor
Com outro amor ao lado
Lalaialaialaialaia.
A mão direita do grande Cristo
Aponta o bairro tranquilamente;
É mão que enfeita, é mais que isso:
É mão que o amigo estende à gente.
Em cada canto existe um canto;
Nem tudo é tanto pra ser poema;
Até tristeza é menos triste
Em qualquer rua de Ipanema.
Lalaialaialaialaia.
Se esquece um grande amor...
A mão direita do grande Cristo...
Com outro amor ao lado
Lalaialaialaialaia
Na banda de Ipanema, limitado assim:
Lalaialaialaialaia.
A leste, o Arpoador; ao norte, o Corcovado;
A oeste, o pôr-do-sol;
Sul, o mar sem fim.
Lalaialaialaialaia.
Cabelo de ouro, de Sol e brisa,
No véu da onda que se desmancha,
Vale um tesouro quando desliza
A juventude sobre uma prancha
Onde há mergulho de gaivota,
Depois, voando, um peixe levando;
Na cor do mundo que não desbota,
Mesmo com chuva de vez em quando.
Lalaialaialaialaia.
Se esquece um grande amor
Com outro amor ao lado
Lalaialaialaialaia.
A mão direita do grande Cristo
Aponta o bairro tranquilamente;
É mão que enfeita, é mais que isso:
É mão que o amigo estende à gente.
Em cada canto existe um canto;
Nem tudo é tanto pra ser poema;
Até tristeza é menos triste
Em qualquer rua de Ipanema.
Lalaialaialaialaia.
Se esquece um grande amor...
A mão direita do grande Cristo...
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