segunda-feira, 4 de março de 2013

Dia internacional da mulher - como surgiu


O Dia Internacional da Mulher foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 1977. Essa data resultou de incontáveis lutas pela igualdade entre homens e mulheres através da História, na tentativa de se acabar com a secular opressão feminina pelo mundo.

Uma das primeiras manifestações pela igualdade sexual ocorreu em 8 de maio de 1908 nos Estados Unidos, quando 1.500 operárias fizeram uma greve pela igualdade econômica e política. No ano seguinte, a data foi oficializada pelo Partido Socialista Americano; porém, foi comemorada no dia 28 de fevereiro, quando cerca de 3.000 pessoas reuniram-se no centro de Nova York, na ilha de Manhattan.

No dia 25 de março de 1911 um incêndio na fábrica “Triangle Shirtwaist Company”, em Nova York, matou 146 pessoas, sendo 125 mulheres. Esse episódio é considerado como o marco inicial de uma data específica em homenagem à mulher, mas em 1910 já houve uma proposta durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, Dinamarca, feita pela intelectual e militante alemã, Clara Zetkin.

Durante muito tempo mobilizações ocorreram em diversas partes do mundo, sem data específica. Em 8 de março de 1917 mulheres russas foram às ruas em manifestação contra a fome, contra o czar Nicolau II e a participação russa na Primeira Guerra Mundial. Mais de 90 mil pessoas participaram da manifestação.
O dia 8 de março foi de fato oficializado em 1921, mas, por causa da Segunda Guerra Mundial a data foi esquecida, sendo retomada a partir dos anos 60, com a luta pela igualdade sexual no mundo inteiro.

No Brasil também houve manifestações pela igualdade sexual, tendo seu ápice em 1932, quando mulheres se uniram por vários direitos, principalmente pelo direito ao voto. As chamadas “sufragistas”, formadas pela elite feminina nacional, fundaram o Partido Republicano Feminino e conseguiram, pela Constituição de 1932, o direito ao voto.

Bibliografia:
MANO, Maíra Kubík. Revista História Viva, ano v, nº. 53, pág. 56-59.
REVISTA Caras, março de 2007.
(Texto e foto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB)

domingo, 3 de março de 2013

O dia já vem...


Que preguiça que dá
Acordar de madrugada,
Quando ainda sonho com o meu amor...

Inexoravelmente vem o dia,
E ainda bem que clareia,
Pois só se pode ver o Sol nascer
Quando o coração palpita e se respira a brisa matinal...

Eu ainda estou com preguiça,
Mas o trabalho me chama;
Devo sustentar quem me ama, quem me ama...

Vou coar o café, comprar o pão,
Fazer sucos, descascar frutas,
Preparar a mesa para o meu bem se alimentar...

Ainda é madrugada, a preguiça rola,
Mas ninguém corre mais do que eu;
Ai, meu Deus, tanta louça para lavar!
Tanta roupa suja, tanta sujeira para limpar...

O dia chega, meu bem acorda,
E eu, pouco me importa, já me cansei!
Passei uma noite mal dormida, mas, ah!... Como amei!...

O dia passa e nem vejo,
Mas o meu desejo é abraçar o meu amor
Que passou o dia jogando baralho, jogando futebol,
Jogando conversa fora com os amigos...

E agora, cansado de tanto vadiar,
O meu amor cai nos meus braços, aliviado,
Diz que sim, carente do meu abraço, beijo, colo...
A ele imploro: vem me amar!

(Poesia e foto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB)  

sábado, 2 de março de 2013

Érbio


Símbolo: Er
Massa atômica: 167,26
Número atômico: 68
Ponto de fusão: 1802 K (1529 ºC)
Ponto de ebulição: 3141 K (2868 ºC)
Ano da descoberta: 1843
Autor da descoberta: Carl Gustav Mosander
Origem do nome: Sueca: da cidade de Ytterby
Significado:   –
Utilidades: Aço vanádio, coloração de vidro.

Características: 
O érbio é um metal medianamente reativo e não oxida em contato com o ar atmosférico. Em sua forma pura é maleável, macio e estável no ar.

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - foto: internet)

Enxofre


Símbolo: S
Massa atômica: 32,066
Número atômico: 16
Ponto de fusão: 388,36 K (112,8 ºC)
Ponto de ebulição: 717,75 K (444,6 ºC)
Ano da descoberta: Antes de Cristo
Autor da descoberta: Reconhecido como elemento por Antoine Lavoisier
Origem do nome: Sânscrita: Solvere; Latina: súlfur
Significado:    –
Utilidades: Fósforos, fogos de artifício, pólvora, conservantes, ácido sulfúrico, etc.

Características: 
O enxofre é encontrado na natureza em estado livre ou em compostos, principalmente na forma de sulfetos e sulfatos. Tem cor amarelada, é mole, frágil, leve, tem cheiro de ovo podre ao misturar-se com o hidrogênio e arde em chama azulada formando dióxido de enxofre.
É insolúvel em água, parcialmente solúvel em álcool etílico e se dissolve em dissulfeto de carbono e em tolueno aquecido.

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - foto: internet)

Dom Duarte da Costa

Dom Duarte da Costa era fidalgo português, nascido no século XVI, de ano incerto. Foi nomeado governador-geral do Brasil no dia 1º de março de 1553, do conselho de Sua Alteza, recebendo um salário de quinhentos mil réis anuais.

Partiu de Portugal no dia 8 de maio do mesmo ano, trazendo em sua comitiva o seu filho Álvaro da Costa, famoso por seus desregramentos, alguns órfãos que esperavam casar no Brasil e os padres jesuítas Luís de Grã, reitor do colégio de Coimbra, Brás Lourenço, Ambrósio Pires e José de Anchieta, além dos irmãos João Gonçalves, Antônio Blasques e Gregório Serrão. 

Sua frota compunha-se de uma nau e três caravelas; aportou em Salvador no dia 13 de julho de 1553. Dom Duarte da Costa governou o Brasil até o ano 1558. Durante seu governo empenhou-se na luta contra índios que se opunham à colonização e conflitos contra o clero, por causa das desavenças entre seu filho dom Álvaro e o bispo dom Pero Fernandes Sardinha. Por causa dessas desavenças o bispo viajou com a intenção de voltar a Portugal, porém seu navio naufragou na altura do rio Cururipe, a seis léguas do rio São Francisco, no dia 15 de julho de 1556, quando foi devorado pelos índios Caetés.  

Bibliografia:
ROSA, Prof. Ubiratan. Moderna Enciclopédia Brasileira. Vol. I, pág. 197. São Paulo, G. Lopes Ltda., 1979.
ENCICLOPÉDIA Delta Larousse. Vol. I, págs. 911 a 912. Rio de Janeiro, Delta S.A., 1967.

(Texto: Eliza Ribeiro - Taperoá - PB - foto: internet) 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Relação de todos os Papas


São Pedro (42-67) – São Lino (67-76) – Santo Anacleto (76-88) – São clemente (88-98) – Santo Evaristo (98-105) – Santo Alexandre I (105-115) – São Sisto I (115-125) – São Telésforo (126-136) São Higino (137-140) – São Pio I (141-155) – Santo Aniceto (156-166) – São Sotero (167-174) – Santo Eleutério (175-189) – São Vitor I (189-199) – São Zeferino (199-217) – São Calisto I (217-222) – Santo Urbano I (222-230) – São Ponciano (230-235) – Santo Antero (235-236) – São Fabiano (236-250) – São Cornélio (251-252) – São Lúcio (253-254) – Santo Estêvão I (254-257) – São Sisto II (269-274) – Santo Eutiquiano (275-283) – São Caio (283-296) – São Marcelino (296-304) – São Marcelo (308-310) – Santo Eusébio (310) – São Melquíades (310-314) – São Silvestre (314-335) – São Marcos (336) – São Júlio (337-352) – São libério (352-366) – São Dâmaso I (366-384) – São Sirício (385-398) – São Anastácio I (399-401) – Santo Inocêncio I (401-417) – São Zózimo (417-418) – São Bonifácio (418-422) – São Celestini I (422-432) – São Sisto III (432-440) – São Leão I Magno (440-461) – São Hilário (461-468) – São Simplício (468-483) – São Félix III (483-492) – São Gelásio I (492-496) – Santo Anastácio II (496-498) – São Símaco (498-514) – São Hormidas (514-523) – São João I (523-526) – São Félix IV (526-530) – São Bonifácio II (530 -532) – São João II (533-535) – São Agapito I (535-536) – São Silvério (536-540) – Virgílio (540-555) – Pelágio I (556-561) – João III ((561-573) – São Bento I (574-578) – Pelágio II (578-590) – São Gregório I Magno (590-604) – Sabiniano (604-606) – São Bonifácio III (607) – São Bonifácio IV (608-615) – São Adeodato I (615-618) São Bonifácio V (619-625) – Honório I (625-638) – Severino ((638-640) – São João IV (640-642) – Teodoro I (642-649) – São Martinho I (649-655) – Santo Eugênio I (654-657) – São Vitalino (657-672) – Adeodato II (672-676) – Dono (676-678) – Santo Ágaton (678-681) – São Leão II (682-683) – São Bento II (684-685) – João V (685-686) – Cónon (686-687) – São Sérgio I (687-701) – João VI (701-705) – João VII (705-706) – Sisínio (708) – Constantino (708-715) – São Gregório II (715-731) – São Gregório III (731-741) – São Zacarias (741-752) – Estêvão II (752-757) – São Paulo I (757-767) – Estêvão III (768-772) – Adriano I (772-795) – São Leão II (795-816) – Estêvão IV (816-817) – São Pascoal I (817-824) Eugênio II (824-827) – Valentim (827) – Gregório IV (827-844) – Sérgio II (844-847) – São Leão IV (847-855) – Bento III (855-858) – São Nicolau I, o Grande (858-867) – Adriano II (867-872) – João VIII (872-882) – Marino I (882-884) – Adriano III (884-885) – Estêvão V (885-891) – Formoso (891-896) – Estêvão VI (896-897) – Romano (897) – Teodoro II (898) – João IX (898-900) – Bento VI (900-903) – Leão V (903) – Cristóvão (903-904) – Sérgio III (904-911) – Anastácio III (911-913) – Landon (913-914) – João X (914-928) – Leão VI (928-929) – Estêvão VII (929-931) – João XI (931-936) – Leão VII (936-939) – Estêvão VIII (939-942) – Marino II (942-946) – Agapito II (946-955) – João XII (955-964) – Bento V (964-965) – João XIII (965-972) – Bento VI (972-974 – Bento VII (974-983) – João XIV (983-984) – João XV (985-996) – Gregório V (996-999) – Silvestre II (999-1003) – João XVII (1003) – João XVIII (1003-1009) – Sérgio IV (1009-1012) – Bento VIII (1012-1024) – João XIX (1024-1033) – Bento IX (1033-1048) – Gregório VI (1045-1046) – Clemente II (1046-1047) – Dâmaso II (1048) – São Leão IX (1048-1054) – Vitor II (1054-1057) – Estêvão IX (1057-1058) – Nicolau II (1059-1061) – Alexandre II (1061-1073) – São Gregório VII (1073-1085) – Vitor III (1086-1087) – Urbano II (1088-1099) – Pascoal II (1099-1118) – Gelásio II (1118-1119) – Calisto II (1119-1124) – Honório II (1124-1130) – Inocêncio II (1130-1143) – Celestino II (1143-1144) – Lúcio II (1144-1145) – Eugênio III (1145-1153) – Anastácio IV (1153-1154) – Adriano IV (1154-1159) – Alexandre III (1159-1181) – Lúcio III (1181-1185) – Urbano III (1185-1187) – Gregório VIII (1187) – Clemente III (1187-1191) – Celestino III (1191-1198) – Inocêncio III (1198-1216) – Honório III (1216-1227) – Gregório IX (1227-1241) – Celestino IV (1241) – Inocêncio IV (1243-1254) – Alexandre IV (1254-1261) – Urbano IV (1261-1264) – Clemente IV (1265-1268) – Gregório X (1272-1276) – Inocêncio V (1276) – Adriano V (1276) – João XX (1276-1277) – Nicolau III (1277-1280) – Martinho IV (1281-1285) – Honório IV (1285-1287) – Nicolau IV (1288-1292) – São Celestino V (1294) – Bonifácio VIII (1294-1303) – Bento XI (1303-1304) – Clemente II (1305-1314) – João XXI (1316-1334) – Bento XII (1334-1342) – Clemente VI (1342-1352) – Inocêncio VI (1352-1362) – Urbano V (1362-1370) – Gregório XI (1370-1378) – Urbano VI (1378-1389) – Bonifácio IX (1389-1404) – Inocêncio VII (1404-1406) – Gregório XII (1406-1408) – Alexandre V (1409-1410) – João XXII (1410-1417) – Martinho V (1417-1431) – Eugênio IV (1431-1447) – Nicolau V (1447-1455) – Calisto III (1455-1458) – Pio II (1458-1464) – Paulo II (1464-1471) – Sisto IV (1471-1484) – Inocêncio VIII (1484-1492) – Alexandre VI (1492-1503) – Pio III (1503) – Júlio II (1503-1513) – Leão X (1513-1521) – Adriano VI (1522-1523) – Clemente VII (1523-1534) – Paulo III (1534-1549) – Júlio III (1550-1555) – Marcelo II (1555) – Paulo IV (1555-1559) – Pio IV (1559-1565) – São Pio V (1566-1572) – Gregório XIII (1572-1585) – Sisto V (1585-1590) – Urbano VII (1590) – Gregório XIV (1590-1591) – Inocêncio IX (1591) – Clemente VIII (1592-1605) – Leão XI (1605) – Paulo V (1605-1621) – Gregório XV (1621-1623) – Urbano VIII (1623-1644) – Inocêncio X (1644-1655) – Alexandre VII (1655-1667) – Clemente IX (1667-1669) – Clemente X (1670-1676) – Inocêncio XI (1676-1689) – Alexandre VIII (1689-1691) – Inocêncio XII (1691-1700) – Clemente XI (1700-1721) – Inocêncio XIII (1721-1724) – Bento XIII (1724-1730) – Clemente XII (1730-1740) – Bento XIV (1740-1758) – Clemente XIII (1758-1769) – Clemente XIV (1769-1774) – Pio VI (1775-1799) – Pio VII (1800-1823) – Leão XII (1823-1829) – Pio VIII (1829-1830) – Gregório XVI (1830-1846) – Pio IX (1846-1878) – Leão XIII (1878-1903) – Pio X (1903-1914) – Bento XV (1914-1922) – Pio XI (1922-1939) – Pio XII (1939-1959) – João XXII (1959-1963) – Paulo VI (1963-1978) – João Paulo I (1978) – João Paulo II (1978-2005) – Bento XVI (2005 - 28/02/2013 - Renunciou) - Papa Francisco (13/03/2013...). 

(Pesquisa: Eliza Ribeiro - Foto: internet)

Vozes de animais


Abelha – sussurrar, zoar, zumbir, zunir.
Abutre, açor – crocitar, grasnar.
Águia – crocitar, grasnar, gritar, piar.
Andorinha – chilrar, chilrear, gazear, gorjear.
Andorinhão – crocitar, piar.

Anho – balar, mugir.
Anum – piar.
Araponga – martelar, retinir, soar, tinir.
Arapuá – o mesmo que a abelha.
Arara – grasnar, gritar, taramelar.
Ariranha – regougar.  
Asno – azurrar, ornear, ornejar, relinchar, rinchar, zurrar.  
Avestruz – grasnar, roncar, rugir.
Azulão – cantar, gorjear, trinar.

Baitaca – chalrear, palrar.
Baleia – bufar.
Beija-flor – ciciar, ruflar, sussurrar.
Bem-te-vi – cantar, estridular, assobiar.
Besouro – zoar, zumbir, zunir.
Bezerro – berrar, mugir.
Bode – balar, balir, berrar, gaguejar.
Boi – arruar, berrar, bufar, mugir.
Borrego – balar, balir.
Búfalo – berrar, mugir.
Burro – o mesmo que o asno.

Cabra, cabrito – balar, balir, berrar.
Caburé – piar, silvar.
Caititu – grunhir, roncar.
Calhandra – cantar, gorjear, trilar, trinar.
Cambaxirra, corruíra ou garrincha – chilrear.
Camelo – blaterar, blasterar.
Camundongo – chiar, guinchar.
Canário – cantar, dobrar, modular, trilar, trinar.
Cão – ganir, ladrar, latir, rosnar, uivar, ulular.
Caracará – crocitar, grasnar.
Carneiro – balar, balir.
Cascavel – o mesmo que a cobra.
Cavalo – bufar, fungar, nitrir, ornear, ornejar, relinchar, rifar, rinchar, zurrar.
Cegonha – grasnar.
Chacal – ladrar, uivar.
Cigarra – cantar, chiar, ciciar, estridular, rechiar, retinir, zunir.
Cisne – grasnar.
Cobra – assobiar, chocalhar, roncar, sibilar, silvar.
Codorna – piar, trilar.
Coelho – chiar, guinchar.
Colibri – o mesmo que o beija-flor.
Condor – crocitar, grasnar.
Cordeiro – balar, balir.
Corrupião – cantar, gorjear, trinar.
Coruja – chirriar, crocitar, piar, sussurrar, ulular.
Corvo – crocitar, grasnar.
Cotovia – cantar, gorjear.
Crocodilo – bramir.
Cuco – cantar.
Curiango – piar.

Doninha – chiar, guinchar.

Égua – bufar, fungar, ornear, relinchar, rinchar, zurrar.
Elefante – barrir, bramir.
Ema – grasnar, roncar.
Estorninho – palrar.

Falcão – crocitar, piar.
Ferreiro – o mesmo que a araponga.

Gafanhoto – ziziar, estridular.
Gaivota – grasnar.
Galinha – cacarejar.
Galo – amiudar, cacarejar, cantar, cocoricar.
Gambá – chiar, guinchar, regougar.
Ganso – grasnar.  
Garça – gazear, grasnar.
Gato – bufar, miar, ronronar, rosnar.
Gaturamo – cantar, gorjear.
Gavião – crocitar, grasnar.
Gralha – crocitar, gralhar, grasnar.
Graúna – cantar, trinar.
Grilo – chirriar, cricrilar, estridular, estrilar, trilar.
Grou – grasnar, gruir, grulhar.
Guará (ave pernalta) – gazear, grasnar.
Guará (espécie de lobo) – uivar, ulular.      
Guariba – o mesmo que o macaco.

Hiena – uivar, urrar.
Hipopótamo – grunhir.

Inambu ou nambu – piar.

Jaburu – gritar.
Jacu – grasnar.
Jaguar – o mesmo que a onça.
Jandaia – o mesmo que a arara.
Jararaca – o mesmo que a cobra.
Javali – grunhir.
Jiboia – o mesmo que a cobra.
Jumento – o mesmo que o burro.
Juriti – arrulhar, soluçar.

Leão – bramar, bramir, rugir, urrar.
Lebre – chiar, guinchar.
Leitão – bacorejar, grunhir.
Leopardo – bramar, bramir, rugir.
Lobo – uivar, ulular.
Lontra – assobiar, chiar, guinchar.

Macaco – assobiar, guinchar.
Macuco – o mesmo que o inhambu.
Maitaca – o mesmo que a baitaca.
Marreco – grasnar, grasnir.
Melro – assobiar, cantar.
Milhafre – crocitar, grasnar.
Mocho – o mesmo que a coruja.
Morcego – farfalhar, trissar.
Mosca, mosquito – zunir, zoar, zumbir.
Mula – o mesmo que o burro.
Mutum – cantar, gemer, piar.

Noitibó – o mesmo que curiango.        

Onça – bramar, bramir, miar, uivar, urrar.
Ovelha – balar, balir, berrar.

Pantera – miar, rosnar, rugir.
Papagaio – chalrear, falar, grazinar, taramelar.
Pardal – chiar, chilrear, piar.
Patativa – cantar, soluçar.
Pato – grasnar, grasnir.
Pavão – gritar, pipilar.
Pelicano – grasnar.
Perdigão, perdiz – cacarejar.
Periquito – chalrar, palrar.  
Peru – garrir, gorgolejar, grugrulejar.
Pica-pau – piar.
Pintarroxo – cantar, gorjear, trinar.
Pintassilgo – cantar, gorjear, trinar.
Pinto – piar.
Pombo – arrolar, gemer.
Porco – grunhir, guinchar, roncar.

Rã – o mesmo que o sapo.
Raposa – regougar, roncar, uivar.
Rato – chiar, guinchar.
Rinoceronte – bramir, grunhir.
Rola – o mesmo que o pombo.
Rouxinol – cantar, gorjear, trinar.


Sabiá – cantar, gorjear, modular, trinar.
Sagui – assobiar, guinchar.
Sapo – coaxar, grasnar, roncar, rouquejar.
Seriema – cacarejar, gargalhar.
Serpente – o mesmo que a cobra.

Tico-tico – cantar, gorjear, piar, trinar.
Tigre – bramir, miar, rugir, urrar.
Toupeira – chiar.
Touro – berrar, mugir, urrar.
Tucano – chalrar.

Urso – bramir, rugir.
Urutu – o mesmo que a cobra.

Vaca – berrar, mugir.
Veado – berrar, bramar.
Vespa – o mesmo que a abelha.

Zebra – relinchar, zurrar.

(Texto: Eliza Ribeiro - foto: internet)